
A similitude, se assim se pode chamar, reside no facto de adorar andar no mato, com ar puro, a subir e descer escarpas. Lembro-me de uma caminhada que fiz, na Serra da Arrábida, há cerca de cinco anos, em que, para vencer algumas zonas, tive que andar de quatro, agarrado às raízes do mato.
O notório, para mim desta brincadeira, é a evolução da arma que tenho na mão, numa a G3 de má memória (a minha terminava em 115), na outra os bastões de caminhada. Nada mais. Uma brincadeira e a história é tão somente esta.
Abraço.
Militão Camacho*
*Ex- Alferes Miliciano NM 09383768 da Companhia de Caçadores 3311 (Batalhão de Caçadores 3834)
Fotos: Militão Camacho no Aquartelamento de Negomano (Moçambique 1971) no regresso de uma operação de quatro dias, e a outra de regresso de uma caminhada de cerca de 11 quilómetros com uns amigos, da cidade romana de Ammaia a Marvão (2010).
1 comentário:
É com tristeza que soube da noticia da morte deste meu camarada de guerra, e, que em 2008-09 convivemos no almoço, além disso era da minha area de residência. Com tristeza por perder um camarada e um amigo envio á familia enlutada, os meus sentidos pesamos, perante a hoar triste que estão passando. Paz á sua alma.
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